sexta-feira, 14 de março de 2014

O que acontece quando a poesia invade a propaganda

Poesia é uma das maneiras mais eficazes de se mexer com os sentimentos humanos. Por que não utilizá-la no marketing?




Hoje é o Dia da Poesia. Muita gente a entende apenas como uma maneira de definir um texto. Entretanto, num sentido mais fluido, solto e recorrente, ela pode ser encarada como uma forma de arte, não necessariamente verbal. Uma frase atribuída ao poeta chileno Pablo Neruda, autoridade no assunto, endossa esse discurso. "Sobre a terra, antes da escrita e da imprensa, existiu a poesia". Seja como for, em forma de texto, música ou qualquer outra manifestação artística, ela também é usada por criativos de toda a sorte para abrilhantar mensagens publicitárias e conceitos vinculados a marcas, produtos e serviços. Nada mais acertado, já que a poesia é uma das maneiras mais eficazes de se mexer com os sentimentos humanos.

Carinhoso eternizou o Chambinho

“Meu coração, não sei por quê/ Bate feliz quando te vê / E os meus olhos ficam sorrindo/ E pelas ruas vão te seguindo/ Mas mesmo assim foges de mim.” Existe alguma maneira de pensar nessa canção poética de Pixinguinha e não lembrar da antiga propaganda do Chambinho? Difícil né? 


Carro versus bike (e vice-versa) na campanha da Caloi

Inspirado no poema “Não te amo mais”, de Clarice Lispector, o filme é uma espécie de manifesto da empresa pelo uso consciente da bicicleta e, assim como o poema de Clarice, pode ser visto de duas maneiras: o modo convencional ou de trás pra frente.



Apple cria anúncio com discurso poético de Sociedade dos Poetas Mortos

A famosa marca da maça idealizada por Steve Jobs sempre soube como entrar no coração das pessoas. A narração do filme abaixo é um discurso do professor John Keating, representado por Robin Williams no filme ‘Sociedade dos Poetas Mortos’. Uma bela poesia.



Campanha da Natura acha poesias "escondidas" em jornais

Com o mote “Mais poesia para sua rotina”, a Natura investiu numa campanha com foco em digital que é um convite a descobrir, em situações rotineiras, recortes prazerosos de vida. Enxergar beleza nos momentos simples do dia-a-dia foi a ideia pensada pela agência Salve para a linha Natura Tododia. 



Google usa William Shakespeare

O filme abaixo conta a história de um homem chamado Tom e utiliza trechos do poema “The Seven Ages of a Man”, da peça “As you like it”, de William Shakespeare. No comercial, o poema é lido pelo ator inglês Benedict Cumberbatch. A ideia foi destacar como a plataforma de rede social do Google permite que as pessoas possam compartilhar momentos importantes de suas vidas.


Unimed BH – Simples e matador

Um senhor narra um belo texto. Nele, há uma “troca” inusitada e inteligente que embaralha os sentidos do corpo humano.


Fonte: http://www.administradores.com.br

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