domingo, 24 de janeiro de 2016

Novo navegador pode revolucionar publicidade na Web



A Fundação Mozilla, responsável pelo navegador Firefox anunciou o lançamento de um novo produto para facilitar a navegação na Web ao eliminar a publicidade em páginas visitadas por usuários ao mesmo tempo em que encaminha os anúncios para uma área específica do aplicativo.
O novo browser, chamado de Brave baseia-se num
ad injector sempre enfrentou uma severa oposição dos grandes anunciantes interessados na maior visibilidade possível para a publicidade paga. A novidade no Brave é que o valor pago pelos anúncios transferidos para a página específica do navegador é rateado entre o veículo, a Fundação Mozilla (que fica com 15% do total) e também  o usuário que acessar a peça publicitária. É uma forma inédita de atrair visitações a peças publicitárias que, de outra forma poderiam ser eliminadas pelos bloqueadores de anúncios, cada vez mais populares na Web.projeto que já existe há anos na internet , o ad injector (injetor de anúncios). Este software retira a publicidade de um jornal online, por exemplo, e a transfere para o programa administrador da página que por sua vez a exibe num espaço exclusivo.
Os publicitários e os responsáveis por paginas na Web estão curiosíssimos sobre o grau de aceitação do novo navegador com seleção de publicidade porque ele pode neutralizar o devastador efeito dos bloqueadores de anúncios, a grande dor de cabeça dos publicitários e anunciantes na Web.
Reproduzimos alguns parágrafos (em inglês) da matéria publicada pelo site MediaPost sobre o lançamento do Brave:
What’s different about Brave’s approach is that it is making its bypass-and-redirect model 100% explicit to users, advertisers, agencies and publishers — and most importantly, offering to cut them all in on the revenue it generates.
The revenue is not only shared with the publishers, but a small slice will go to our users,” Eich explained in a briefing to Real-Time Daily, adding that the amount of the revenue going direct to users is “probably not going to buy them a free dinner,” but it is a recognition that they are part of the economic process.
The main reason he believes users will embrace the model is that it is a new permission-based way for them to redirect money back to their favorite publishers, because Brave will apportion the majority of the revenue it derives to publishers based on a user’s browsing preferences.
“It’s a way to pay for my top 20 sites without having to go through a pay wall,” Eich said.

Fonte: observatório da Imprensa

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